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Pandemia pode ter provocado “ranger dos dentes” em várias pessoas

Bruxismo | Foto: divulgação
Bruxismo | Foto: divulgação
Zukka Brasil | AM
Escrito por Zukka Brasil | AM

A pandemia do novo coronavírus despertou diversas sensações em muitas pessoas ao redor do mundo, algumas delas negativamente. Sentimentos de ansiedade, estresse, tensão e humor deprimido, são exemplos dessas sensações que sobrecarregam a mente e o corpo destas pessoas que vêm sendo severamente testadas durante este tempo de restrições e incertezas.

Uma região do corpo bastante afetada por estas sensações foi a face, que desencadeou o que chamamos de “bruxismo” – caracterizado pelo apertar ou ranger de dentes. Ele ocorre comumente durante o sono ou nos períodos de noites em claro, e pode provocar dores e cansaço na mandíbula e na musculatura, dor de cabeça e dificuldade para abrir a boca.

O bruxismo não é definido como doença, mas, sim, como uma “parafunção”, ou seja, um hábito não saudável. Existem pacientes que devido a este costume, podem sofrer futuramente com o desgaste nos esmaltes dos dentes e até fraturas na dentição.

A dentista do Sistema Hapvida, Natália Lima, explica que é preciso estar atento às várias formas de proteção relacionadas a boca, sobretudo durante esta pandemia, onde segundo ela, várias pessoas ficaram com o estado emocional abalado e desenvolveram este distúrbio.

“A pandemia tem trazido aos consultórios muitas pessoas com queixa de estresse, com dores nas costas, dores que correm pelo pescoço, dores na face, você sabe o que pode ser? Pode ser de origem dentária. Quando estamos estressados, muitas vezes apertamos nossos dentes, isso pode ocasionar o bruxismo, dores de cabeça, dores musculares. Para que você tenha um correto diagnóstico e tratamento, procure seu dentista com regularidade”, destaca.

Cuidados com a boca

Natália ainda destaca sobre a importância de uma boa higiene bucal, e o que pode acontecer quando a cárie, por exemplo, não for tratada no seu estágio inicial.

“O tratamento não correto para a cárie pode levar ao que chamamos de abscesso, que é quando essa cárie atinge a polpa dentária que é um órgão que muita gente conhece pelo nervo do dente. Quando esse nervo é atingido, o tratamento é um pouco mais prolongado porque a gente entra no tratamento endodôntico, conhecido como tratamento de canal. Para que isso não aconteça, a gente precisa ter visitas regulares ao dentista para diagnosticar essa cárie no estágio inicial e ter a correta preservação desse elemento dentário”, finaliza.