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HPS João Lúcio atualiza instrumento de gestão implantado em março de 2020

HPS João Lúcio | Foto: Mayara Viana
HPS João Lúcio | Foto: Mayara Viana
Zukka Brasil | AM
Escrito por Zukka Brasil | AM

Saúde/AM – O Hospital e Pronto-socorro (HPS) João Lúcio, na zona leste de Manaus, vem passando por reformulação das suas estruturas físicas e organizacionais.

Dentro desse planejamento, está a aprovação da atualização do Plano de Capacidade Plena (PCP) da unidade, que estabelece normas para os atendimentos. O projeto Lean nas Emergências é uma iniciativa do Ministério da Saúde, em parceria com o Sírio-Libanês, e um treinamento foi oferecido aos profissionais da unidade.

O PCP tem como função planejar e programar o controle das ações necessárias para a tomada de decisão em casos em que a demanda de pacientes ultrapassa a sua capacidade instalada. O número de macas extras utilizadas é o elemento utilizado para medir os níveis de segurança, distribuídos em quatro categorias: verde, amarelo, laranja e vermelho.

Com o plano, o hospital consegue identificar a necessidade de ação para a resolução do problema, de maneira rápida e organizada, garantindo a qualidade e segurança nos atendimentos oferecidos, conforme explicou o diretor do hospital, Sílvio Romano.

“O PCP permite que a unidade conheça e saiba como agir quando a demanda ultrapassa a nossa capacidade instalada. Isso permite que cada setor responda de maneira coordenada e segura, permitindo, assim, que o nosso usuário receba a assistência adequada no menor tempo possível e com qualidade e resolutividade no atendimento”, disse.

Durante o treinamento, os técnicos da unidade tiveram a oportunidade de discutir as atualizações e visualizar na prática como devem ser realizadas as tomadas de decisão.

Projeto – O projeto Lean nas Emergências do Ministério da Saúde, desenvolvido por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi/SUS), é executado nos estados em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, que oferece mentorias aos gestores.

Com o projeto, o Ministério da Saúde pretende reduzir a superlotação nas unidades de emergência por meio de um sistema de gestão que padroniza processos internos; atua na redução no tempo de permanência e trabalha na maior efetividade e produtividade.