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Eleições 2020: Nicolau apresenta projeto de inclusão social para PcD

Eleições 2020 Ricardo Nicolau | Foto: Assessoria
Eleições 2020 Ricardo Nicolau | Foto: Assessoria
Zukka Brasil | AM
Escrito por Zukka Brasil | AM

Eleições 2020: O candidato a prefeito de Manaus pela Coligação ‘Pra Voltar a Acreditar’, Ricardo Nicolau (PSD), apresentou a criação do PAC D, o Pronto Atendimento ao Cidadão – Pessoas com Deficiência.

Encaixam-se neste perfil pessoas que possuem limitações permanentes (como deficiência visual, auditiva, física ou intelectual). O objetivo é centralizar os serviços oferecidos pelo PAC com o propósito de inclusão para PcDs. Além do PAC D, Ricardo Nicolau planeja criar a Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, com orçamento ampliado, para fiscalizar direitos como o dos passageiros cadeirantes que enfrentam dificuldades para fazer os ônibus pararem.

“O PAC D vai concentrar, simplificar e agilizar o atendimento dos serviços públicos às Pessoas com Deficiência. Temos cerca de 500 mil em Manaus e que precisam de acesso rápido para a emissão de laudos e documentos necessários para receber os benefícios que têm direito”, explicou Ricardo Nicolau, que tem como candidato a vice-prefeito o médico uro-oncologista Dr. George Lins (PP).

Sobre a Secretaria Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Ricardo Nicolau assegura que a prefeitura já tem orçamento para isso.

“No ano passado, a prefeitura gastou R$ 131 milhões em propaganda. Quanto foi gasto para as pessoas com deficiência? Muito pouco. No combate às drogas? Zero. No incentivo à micro e pequena empresa? Zero. Nossa secretaria vai ter orçamento. Não é pra fazer de conta. O orçamento da Secretaria de Estado era de R$ 8 milhões ao ano. Fechei o compromisso, teremos R$ 50 milhões para as pessoas com deficiência. Não é o suficiente, mas é um grande início”, anunciou.

“Não é um compromisso político, é um compromisso de vida. Teremos uma secretaria municipal para as pessoas com deficiência, e será com pessoas que conhecem da área. Ela não será cabide de emprego, ela terá recursos para poder contribuir com a causa. Ninguém sabe mais do que quem vive”, completou Ricardo Nicolau.